Ana e Gabriel equilibravam-se simétricamente numa gangorra

            marrom. Em torno do parque cintilante um anel de palmas

            aplaudia o show. Por absoluta falta de ticket um popular

            foi retirado da arena.

            Entre o dia e a noite criava-se um elo de luz.

            Um discurso eloquente desviou a atenção:

            “Precisamos restaurar as ruínas!”

 

 

 

 

 

            Quando tudo parecia perdido,

            surgiu do Atlas-Trevas

            a Taturana-Rainha.

            Emoção. Perplexidade.

 

 

 

 

            Sim,

            sonhamos um romance búlgaro em seis minutos

            e depois escorregamos via caracol

            até o Lago das Vertigens.

 

 

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