NO FLUXO DO RIO DE PENSAMENTOS

 

 

 

 

 

intensos clamores chamavam-me em direção às duas antenas verdejantes, ali instaladas em pasto cósmico, e eu, tão distraído e consciente , “hei, humano, quando haverá de me pisar com seu sapato vulcabrás? enquanto viaja em seu cogumelo parece um cavalheiro”, meio dia, um sol de judas, minha face de suores, uma claridade anti-retina, e o grilo, levando aquele papo

 

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