TENDEMOS AO GOZO E AO PARAÍSO

agosto 14, 2010

 

O Um que fui de manhã, sério e introspectivo, foi motivo de risos para o Um da tarde, mágico e apaixonado, agora vistos pelo Um da noite, olho poético.

O que se conta aqui : vacas, manhãs intermináveis.

 

O dinheiro comanda as relações mundanas e pretende interferir nas sublimes.

 

Será que tudo o que faz a felicidade dos homens tem de ser a origem de seus sofrimentos?

 

Errei, logo esqueço.

Me tomem, homem-pássaro.

A humanidade se desloca.

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