isto e aquilo

“De acordo com a visão budista, o ego ou eu, não existe. Não é baseado em
nenhum fator definitivo ou real de qualquer tipo. Baseia-se puramente na
crença ou suposição de que já que eu me chamo assim ou assado, portanto eu
existo. E se eu não sei como sou chamado, qual é meu nome, então não há
estrutura na qual a coisa toda seja baseada. A forma de trabalhar dessa
crença primitiva é que ao acreditar “naquilo,” o outro, “isto” surge, o eu.
Se “aquilo” existe, então “isto” precisa também existir. Acredito “naquilo”
porque preciso de um ponto de referência para minha própria existência, para
“isto.” (Chögyam Trungpa / Louca Sabedoria)

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